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sexta-feira, 24 de junho de 2011

INSANIDADE

 Quero um amor maior, amor maior que eu. Em algum lugar, de vida já ida ou por vir. Impossível decifrar a alma volátil, que deseja algo tão caro quanto pode ser caro um amor maior que eu. O  vazar do socorro o poderá  jogar do penhasco e não haverá  salvação, mas seria  a visão procurada e não importaria viver. Afinal, como viver sem amor...maior que eu? Que olha  e não vê seu olhar, no Paquistão, no avião...  no porão. Quer  tanto quanto se pode querer e onde estiver irá ter. Que seja  fração o tempo,  pois não será sustentável como não é a leveza do ser, em algum lugar, da  vida já ida ou por vir. No eterno talvez.                                                         

2 comentários:

  1. Alfredooooooooooooooo!!!!!!!!!!! Descobri o seu blog! Estarei sempre por aqui. Quer dizer que você é poeta??? Abraços!

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  2. Fernanda: Desculpe mas vou dizer. Fico honrado com sua participação no meu Blog e por motivo simples: Sou escravo do ballet das letras.

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