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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Mais um "Velho"

Relendo minha postagem sobre "Velho", percebi que o velho em questão, no caso eu mesmo, em nada é melhor do que seus "críticos" e por essa razão, adiciono outra postagem que absolutamente não tem a intensão de justificar nada, apenas, esclarecer que o velho de hoje foi o jovem de ontem, absorvido pelos seus próprios problemas, reagindo mal muitas e muitas vezes e que continua reagindo hoje, nem sempre tão bem, como seria de se esperar. A diferença é que o tempo desgasta a vaidade, grande vilão na vida do ser humano, que por sinal é construído com a pior carne do reino animal. O peido mais mal cheiroso é o peido guardado, o que não pôde ser soltado.
Escrever sobre as mazelas humanas, renderia páginas demais e não é o caso, sendo essa abordagem interessada apenas em esclarecer algumas poucas vantagens na vida do velho, cuja distância, que o separa do fim, é sempre "mirada" numa espécie de binóculo imaginário, que supostamente mostre os perigos, tais como piripaques muito previsíveis e indesejáveis. Mais jovens enxergam os velhos... Como velhos, cacos inúteis sem vigor, sem sonhos, chatos medrosos e hilários, que gostam de capitanear vidas dos outros, etc. Muitos são mesmo assim, conforme tenho assistido por ai. No meu caso, se a opinião não for pedida e entendida por mim mesmo como sincera,... Vai morrer, tendo em vista que eu já não me presto mais a falar, insistir sobre coisas que saiba ou, que imagine saber. Faz tempo isso:  - Bebendo numa birosca avisei um sujeito "que a intuição me disse" para não seguir por uma determinada viela do local, pois lá por dentro, ele especialmente, iria encontrar o próprio fim. Avisei em tom de brincadeira para preservar a minha própria vida, mas não adiantou e o sujeito se foi. Isto aconteceu, da intuição, porque ouvira falar em outra ocasião sobre o desafeto iminente. Contando esta história, deixo claro que a coisa de bisbilhotar, emitir opinião, dar conselho, não faz parte da minha ciranda e, que ao recomendar ao sujeito que não fosse pelo tal caminho, abusei da minha própria sorte, pois no mundo real, das pessoas que não se sabe nunca quem são, reagem de acordo com as circunstâncias. Portanto, ser cagüetado aleatoriamente é muito fácil e indiferente. Vivi um tempo neste lugar, porque trabalhava numa fábrica do local e por la, também tomava meus tragos depois do expediente.
Acredito hoje, que a grande conquista do homem é a fraternidade, dentro do significado espírita. Mais uma vez, não estou para convencer ninguém a nada e, apenas que eu enxergo a vida atualmente pela ótica da fraternidade, pedindo sempre para mim e por todos,... Fraternidade para todos os seres da hipótese Gaia.

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