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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Rock no Rio

Foi assim: A dona, vestida muito exatamente como o tio Sam (só faltou a cartola), acabou tendo com um coitado da plateia imbecilizada que conseguiu subir ao palco e lá, levou uma cotovelada da tal dona,... Depois, piedosamente pode beija-la e dizer o nome do lugar de onde veio. Sorocaba! Repetiu ela em triunfo e a plateia muito doida gozou. Gozou com a Sorocaba na boca, graças a um de seu membros, mais ousado, de sorte incalculável - escapado de levar umas porradas, que conseguiu subir ao palco.
Sorocaba é lugar de gente trabalhadora, interior de São Paulo (acho eu) e cria seus filhos com intensão de tê-los felizes, aproveitando a vida e, ai mora o problema: Aproveitar a vida não é pisar na jaca, não é ser usuário moderado de drogas, muito menos, drogado completo. Aproveitar, na visão de pais trabalhadores, é outra coisa. Não é ser imbecilizado por uma musiquinha prostituta qualquer misturada às coxas como elemento de ligação entre berros e sexo barato. Música boa, entra pelos ouvidos mas sai, dá espaço aos afazeres necessários para se manter a vida - ganhar a vida.
Falando assim que é a real, sou obrigado a confessar que já fui um bundão desses que perdia tempo, saúde, moral e dinheiro; atrás de Rock, badalação inútil, acreditando mesmo que a vida fosse feita de pinga e Whisky, ou ao contrário, dependendo do caixa.  

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