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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Sincero demais pra não publicar


Pela vida a gente vai reparando certas coisas e um dia, certas coisas servem: Um exemplo era um vizinho cearense com quem convivi por muitos anos. O cara dava nó em pingo d'água e conseguia re-enganar continuamente suas vítimas. Andava com 5/6 canetas de cores diferentes no bolso da camisa e não sabia nem desenhar uma assinatura. Contas, fazia na cabeça... de dar inveja a um matemático. Ele era "construtor" como se intitulava e nós morávamos um tanto próximos do posto da polícia rodoviária. Com os policiais ele mantinha ótimas relações e eu, por um descuido dele, acabei descobrindo que sua carteira de motorista era de um cara parecido com ele. Cimento ela volta e meia, deixava meia dúzia de sacos rapidamente na varanda de sua casa e sumia (tinha uma camionete). A conclusão que eu cheguei depois de um bom tempo, era de que tudo nele era falso, mas seu jeito "maneiroso", piegas com os necessitados, ou negociador quando ameaçado, sempre surtia efeito junto a população, objeto de suas atividades. Diria mesmo, que o tal sujeito, sempre disposto a fazer promessas, tinha... digamos que 80% de aprovação da população local. 
Quando o nosso ptresidente entrou no governo, não pude deixar de compará-lo ao outro jeitoso... meu ex vizinho. 

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