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sábado, 29 de outubro de 2011

Rancores

Não! Não quero nada novo, sequer seu sabor sua sedução embebida em alguma teoria infame de modernidade. Quero o velho, o reformado, com seus riscos e lembranças para embalar meus pensamentos e devaneios agora amenos, em conformidade - conformado com o destino da vida, seu resultado, soma de muitos mal feitos e de alguns acertos tímidos absolutamente desconhecidos, mas, sempre desagradáveis para alguns que acham muito, algum acerto para mim, um ser, que pela vista, merece acerto nenhum, ficando só, de burros n'água, sem camisa, ao relento se possível, ao alcance porém, para ser achincalhado, deposto talvez até de uma calçada disputada pela mendicância e, tudo isto por questão de que sempre gostei de mim, no espelho, no jeito, na forma de ver, de não querer, de escrever,... Sei assim,... Que é menos do que devia. Tudo pode parecer loucura mas não é, talvez por razões de signo, outras razões e um fato: Não há mais como voltar e deixar de pensar, de advogar minha causa perante os que me julgam diante dos meus inimigos, geralmente amigos do novo. Isto, pelo menos, já descobri.

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