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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

A grande curva da vida se dá num determinado momento. Que momento é esse? O que é esse momento? Pra que serve esse momento? Esse momento existe mesmo ou é invenção?
Todas estas perguntas serão respondidas uma outra hora, porque agora, neste momento o almoço ficou pronto... é moqueca e eu, depois do almoço durmo um pouco, às vezes duas ou  três horas.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Rock no Rio

Foi assim: A dona, vestida muito exatamente como o tio Sam (só faltou a cartola), acabou tendo com um coitado da plateia imbecilizada que conseguiu subir ao palco e lá, levou uma cotovelada da tal dona,... Depois, piedosamente pode beija-la e dizer o nome do lugar de onde veio. Sorocaba! Repetiu ela em triunfo e a plateia muito doida gozou. Gozou com a Sorocaba na boca, graças a um de seu membros, mais ousado, de sorte incalculável - escapado de levar umas porradas, que conseguiu subir ao palco.
Sorocaba é lugar de gente trabalhadora, interior de São Paulo (acho eu) e cria seus filhos com intensão de tê-los felizes, aproveitando a vida e, ai mora o problema: Aproveitar a vida não é pisar na jaca, não é ser usuário moderado de drogas, muito menos, drogado completo. Aproveitar, na visão de pais trabalhadores, é outra coisa. Não é ser imbecilizado por uma musiquinha prostituta qualquer misturada às coxas como elemento de ligação entre berros e sexo barato. Música boa, entra pelos ouvidos mas sai, dá espaço aos afazeres necessários para se manter a vida - ganhar a vida.
Falando assim que é a real, sou obrigado a confessar que já fui um bundão desses que perdia tempo, saúde, moral e dinheiro; atrás de Rock, badalação inútil, acreditando mesmo que a vida fosse feita de pinga e Whisky, ou ao contrário, dependendo do caixa.  

domingo, 25 de setembro de 2011

Festas / Festins / Arruaças

Não consigo enxergar alegria nestas festas onde o álcool, esse desconhecido e a droga, idem,  dominam a insatisfação de seres que ainda não são humanos, pela carga de egoísmo e que, quiçá, um dia venham a ser. Humano, no melhor sentido da palavra, cada vez menos haverá no futuro dominado pelo egoísmo imposto da droga - enfraquecedora dos neurônios e sendo a conseqüência, fraqueza dominante. Festas - festins combinados para fumar, cheirar e beber, não levam em conta a questão incomodar, pois que se sentem muito incomodados seus protagonistas por precisarem da droga, essa terapia às avessas que os fazem "entender" a própria paciência com quem incomodam. Não fazem seus festins em lugares desertos, pois precisam mostrar aos pacatos, caretas, acomodados, que trabalham e suportam tudo,... A revolta dos tabletes, absolutamente sem causa.