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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Liberdade feminina

Pensando por mim, que sou marido de uma mulher que se rendeu a mim, mesmo enquanto eu tentava manter a soberania das conquistas femininas, com palavras, pensamentos, ações, etc; No meu caso, tudo veio ainda da época Hippie. “Vivi a paixão Hippie”.  Acabo por perceber uma grande dificuldade por parte dos homens, que desejam a igualdade entre homem/mulher, mais por uma questão de que ou a mulher radicaliza na sua independência, ou se deixa seduzir, aos poucos, no correr de alguns anos, a uma dependência, que no nosso caso é até de um para o outro, mas onde vejo prevalecer a minha 'autoridade', mesmo que não a queira. Isto ocorre também, devido às falhas nos costumes, os mesmos costumes que não se livraram ainda do coronelismo disfarçado. Não sou definitivamente melhor do que ninguém, mas nesse caso, confesso que tentei ser melhor sim, sem, no entanto, conseguir tanto quanto gostaria de ter conseguido.
Pertenço a uma geração que tem a idade da televisão no Brasil - 60 anos e, assisto o envelhecer "apavorado" de todo o elenco de todas as novelas, inclusive, claro o meu próprio envelhecimento. Do envelhecimento das coisas e pessoas, vou extraindo conjecturas, que é na verdade, o que melhor se tem para fazer depois dos 60. Digo isto porque entendo que mentir para mim mesmo é impossível, como querem muitos, dizendo que farão isto e aquilo. Não acredito! Não acredito porque nas casas temos espelhos!
Assisto hoje a relação gay e a minha filha, que embora casada, com filha e tudo, se desdobrando atrás de parada gay, com marido a tira colo. Nada que me incomode e, ao contrário, sou pela libertação das coisas, mas acho que o incômodo do homem machista ainda vai persistir sim, enquanto a mulher, mais inteligente por natureza, vai permanecer entre a cruz e a caldeirinha.
Minha intenção única é deixar claro o quanto é difícil, tanto para a mulher quanto para o homem, se livrarem um do outro. É como as cidades! Elas existem porque é melhor viver em comunidade, mesmo com todos os problemas de vizinhança, do que sozinho no meio do nada.

domingo, 1 de janeiro de 2012

2012 Final dos tempos?

Estive pensando bastante e vejam: Qualquer pessoa sabe que é muito melhor a liberdade vivida no ocidente, mesmo com todos os problemas de corrupção e tudo mais, do que viver na 'melhor' das ditaduras. Será que existe alguém - que não faça parte do comando - que possa dizer que gosta da ditadura do seu país? Talvez até exista sim, por falta da liberdade e por não ter vivido uma adaptação ao sistema democrático de viver. Adaptar-se ao que é bom é tarefa fácil e rápida, apesar de que a liberdade democrática cria também a concorrência, coisa que nas ditaduras não existe, porque tudo pertence ao estado - ao ditador de plantão. Vez por outra ouço alguém reclamando, dizendo que se fosse no tempo dos militares, as drogas não estariam dominando e tal e, fico então, pensando no quanto se engana quem não ouviu gritos de torturados. A presidente Dilma foi uma destas vítimas e o que ela passou, da para imaginar.
Olhando o mundo pelo aspecto de estar vencendo a ditadura como forma de mandar e, vendo os ditadores amedrontados pela 5ª frota americana, esbravejando arrogantes, amarrando bombas nos coitados, seus compatriotas, gesticulando poder inexistente, vejo o fim de alguma coisa mesmo, uma mudança em 2012, para melhor, para um mundo mais unificado em torno dos interesses dos povos, o que dará um aspecto mais universal a terra, em busca da sobrevivência não mais de uma nação ou outra, mas da terra.
Longe de mim apoiar americanos, mas o que acontece é que eles funcionam no mundo atual, como um atalho no combate as ditaduras, promovendo a democracia. No processo de ditaduras, se não fossem eles, o Brasil por exemplo seria uma delas e desafio quem queira discordar.