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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O Bom e o Ruim


Nestes tempos diferentes, onde a doença incurável pode ser curável, pelo menos para presidentes e candidatos de carta marcada para exercerem tal cargo, traz consigo uma dura advertência: A de que apenas poucos indivíduos têm a chance de continuar a escrever a história após terem sido diagnosticados com câncer. Isto deveria convocar tais indivíduoa para um exame profundo de consciência, mesmo que esta consciência não existisse até então.

Quando explode uma refinaria de petróleo antes de eleição, ou um candidato a candidato procura um político desgastado, que não pode nem sair do país para lhe pedir apoio, ou uma "presidenta" em exercício não se manifesta em apoio a uma magistratura que esteja julgando crimes políticos, fico imaginando o quanto pode ser ingrato o ser humano.

Em contra partida, a doença "curada" deixa sequelas irreversíveis, onde o candidato já não consegue mais tanto arroubo, necessário para impor uma mentira, quanto mais, muitas mentiras e ao mesmo tempo. Durante uma campanha, de política, é preciso mentir sem ficar com a cara vermelha para quem o estiver ouvindo e isto, exige forçar muito o próprio corpo debilitado, marcado para sempre nesses tempos em que se pode quase curar um câncer em quem pode gastar a vontade com a cura. O que não se consegue ainda, é uma cura sem sequelas e, mais, a cura, não altera em nada o carater de político, a sujeira espalhada e que não pode mais ser limpada.