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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Futuro que queremos




Nunca houve um desenvolvimento tão rápido quanto o dos últimos 100 anos e que comprimido, poderia ser dos últimos 50 anos e, que comprimido, mais comprimido, poderia chegar a uma década. Os avanços, as novas técnicas, prometem descobertas fantásticas tais como a energia da anti matéria, que de imaginação, passará a fazer parte do nosso dia a dia num clique. O computador, a noção de máquina inteligente que chega a pensar, já está a caminho e dentro de algum tempo, aeronaves por exemplo, terão pilotos cibernéticos.
Falar do futuro é tão vasto hoje em dia, que o melhor mesmo é pular e tentar chegar a uma conclusão mais objetiva sobre o que será viver no meio de toda essa construção, ora em andamento. As ideias não param e ascendem a  cada minuto novas propostas que automaticamente exigem investimentos literalmente astronômicos, tanto no que diz respeito ao financeiro, quanto na capacitação intelectual.
O futuro não me pertence mais, porém, tenho tido o prazer de assistir a tecnologia preparar por exemplo, em seus subterrâneos a colisão da partícula de Deus, cujo objetivo desconheço mas que não está sendo buscado atoa.  

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Obama

Fiz uma postagem sobre Obama pouco tempo antes das eleições nos EUA e acabei cometendo um erro de concordância bem no final da postagem - a última frase. Ao invés de continuar afirmando que se Obama ganhasse, acabei afirmando que ele iria ganhar, Reparem!
http://alfredo-modelosnavais.blogspot.com.br/2012/10/reeleicao-de-barack-obama.html
A palavra tem força e agora com ele reeleito, percebo que eu, e mais o mundo todo, forçamos de todo jeito possível para que isto acontecesse. Uma vitória pela paz, uma vitória pela continuação da vida, de um povo que finalmente resolveu, pelo menos 50% desse povo, resolveu encarar a realidade que estamos, o mundo todo vivendo e, a realidade é que precisamos descer do cavalo do desperdício e do conforto a qualquer preço. Precisamos arregaçar as mangas para tentar prolongar a agonia do planeta, tendo em vista que enquanto houver vida, há esperança.