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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Europa estacionada

Otimismo na Europa é coisa do passado. Hoje com as zonas de conforto estabelecidas e bem remuneradas, com seguridade social muito acima da média do terceiro mundismo, fica difícil produzir, concorrer com os países em chamado desenvolvimento.

Upgrade - A última grande atualização da vida na Europa, se deu com o fim da 2ª grande guerra mundial, quando todo àquele povo se uniu para retomar a vida. Isto foi uma atualização e poderia acontecer de novo, dependendo apenas dos meios. O risco de uma grande guerra existe e não deve ser descartado. É preciso entender que atualização não é criação de um modelo, como é o caso dos povos emergentes, dispostos a sacrifícios diferentes, muito mais sujeitos ao desprezo e a indiferença de uns pelos outros e sem um patriotismo que estimula por rápida contaminação todo um povo e todas àquelas nações. Nós, de maneira geral, não temos nenhuma espécie de brio, orgulho de alguma coisa. Ao contrário, somos muito mais de aceitar tijolinhos, esmolas e, até de providenciar + filhos com a finalidade única de obter + cartões bolsa eleitoreira.  No Brasil ainda é normal se pensar em 10 filhos e com isto, se obter 10 ajudas de cartões bolsa não sei das quantas.
Eu não imaginava que uma greve de tão grandes proporções estava a caminho na Europa nesta quarta feira 14 de novembro de 2012. Portugal e Espanha, literalmente em greve, com passeatas incalculáveis, justamente na tentativa de se manterem estabilizados em suas zonas de conforto, o que não será possível, uma vez que não há Euros suficiente para esta manutenção e tampouco há empregos equivalentes ao tipo de concorrência apresentada pelos países emergentes, onde a seguridade social é precária ou quase inexistente, onde a massa humana trabalhadora serve-se de qualquer quantidade paga, com mínima reclamação. Por aqui, vale mais ter trabalho.  

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Estrada






Momentos, curvas da vida, são acontecimentos marcantes que precisam ser identificados porque a partir de um desses acontecimentos, muita coisa pode ser consagrada e resolvida, bem resolvida ou, mal resolvida. Isto depende sempre dos caminhos percorridos para se chegar ao ponto do acontecimento. Evidente que se as escolhas a serem feitas puderem ser boas, muito boas ou ótimas, é de se calcular  um bom desfecho, mas ao contrário, escolher entre o menos pior e necessariamente é previsível e, não é nada fácil. 
Há momentos na vida em que escolhas simplesmente caem no colo e precisam ser feitas, tal como uma proposta de trabalho, nem sempre, aparentemente compatível com as aspirações, ou proposta de mudança de lugar, de país,... de planeta não digo, mas é como se sente às vezes, a criatura exposta a estas questões. 
Mudar, aceitar novas condições, nem sempre é fácil, mas pode definir de um modo automático, certos entraves de uma personalidade paralisada em idéias preconcebidas e que, não sairia do lugar se não fosse por um tranco do destino.  

Vencer?


Vencer é mais, é ressurgir, inalar a equalização de nossas melhores sensações e poder, de algum modo, doar isto, disseminar a própria grande descoberta. É mais do que um jogo, é mais do que vencer e, vencer, pode até mesmo ser menos. Vencer é descobrir nosso limite, andar nele, ter nas pontas dos dedos, o contato, a luz da verdade, que eu sei apenas, de ouvir falar, mas que busco... Sinceramente busco. Busco mais, sem morrer, busco os sons do universo, para contar a todos que ouvi, senti e que por isso mesmo, devemos confiar. Busco e, pouco me sobra para dedicar às derrotas.

Mequetrefe



                                  O que não é mequetrefe neste país?