Translate

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Fragilidade da vida

https://www.facebook.com/photo.php?v=344696782338694&set=vb.212185385589835&type=2&theater

Fragilidade da vida
Nossa fragilidade é também o passaporte para o conhecimento de nós mesmos e toda tentativa no sentido de desafiar a sorte, pondo em risco a nossa fragilidade... É burrice!
Um copo de crista! Se deixar cair vai quebrar e claro que qualquer um sabe disso, assim como também sabemos que uma pancada em nosso corpo não é bem vinda e deve ser evitada sempre. Por isto, quando vejo um campeão de F 1;  Que é uma coisa ridícula, ou jogador de futebol, ou qualquer outro exposto ao risco, fico pensando no vídeo que te enviei a respeito do Norte de Baixo Guandu, onde comunidades inteiras (isoladas) precisam começar agora – urgentemente – ‘pensa bem’, a limpar o caminho para continuarem a viver, longe do risco absolutamente inútil de pessoas que procuram meios de se suicidar, estar perto demais da morte, apenas pra provar o quê? Não faço a menor idéia!
Assisti o vídeo pensando na  calamidade de nossas almas, no momento do pensar de cada uma das pessoas presas naqueles grotões e vales muito devastados pelas enxurradas intermináveis. Nossos dias de chuvas por aqui, já pareciam não terminar e naqueles lugares, mal posso imaginar como enxergaram o acúmulo de problemas.
Acho importante a gente entender melhor a nossa ‘zona de conforto’ para progredirmos, em nossa misericórdia, arregaçar as mangas de nossa simplicidade e pensar menos em nós mesmos, nossos problemas pessoais. Pra nós que entendemos aqueles lugares do vídeo, é menos difícil, mas, para outros é mais um lugar qualquer em que caíram barreiras.
 

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Reflexões



Reflexões
Para compreender é preciso estar dentro dessa cortina do passado, onde a brisa faz balançar o  fino, o mais fino véu sobre a  imagem quase invisível de um amor perpetuado, único, impossível e perdido para esta vida banal de scripts e Logus pontuados. É algo mais; É transversal aos sentidos humanos inabilitados, considerando que inabilitados são os que desprezam a simplicidade de amar, de amar um cão ou um ser humano ou um livro, um objeto. Ter amor pelo amor; Estar preparado para eternizar alguma coisa, transformar a visão de algo numa visão de amor e guardá-la para sempre.
O véu formado pela brisa no hotel era real. Fiquei, de repente, estático observando aqueles movimentos na janela onde o véu delicado de um finíssimo tecido sobreposto na cortina,  desenhava  suspenso a cada golfada da brisa suave, bojos muito delicados e que se demoravam suspensos, para se desmanchar e se encher de novo, enquanto uma música suave tocava ao longe. A música, tratava de me sintonizar mais e mais  com o momento, com a cor da janela, a cor do meu pensar, a cor do tempo. Foi possível dar cor a tudo àquilo porque imaginar pode nos levar a quase tudo, dependendo apenas da abertura, da passagem para o mundo dos encantos, mundo dos encontros.      

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Feijoada da Vovó

Feijoada da Vovó.
Foi depois de uma briga. Uma discussão e desentendimentos grandes em uma época difícil, onde muitas coisas estavam fora do lugar. Nesse clima de absurdos e também de tentativas para restabelecer o controle de nossas vidas, resolvemos no meio da noite, fazer uma feijoada. Nesta época minha companheira tinha bastante sensibilidade mediúnica e hoje em dia tem muito menos, mas, ainda tem muito contato – diria assim – e aos poucos vai deixando de lado as manifestações. Naquela noite, devia ser mais ou menos umas 23.00 horas, quando resolvemos ‘enquanto eu falava com a vovó’; Resolvemos em comum acordo, fazer uma feijoada. O feijão, os temperos, será que te, que não te e a feijoada foi se desenvolvendo com uma lenha a mais num fogão de lenha improvisado que já estava aceso. No fogo a vovó  pôs uma panela de barro e de vez em quando cantava baixinho um pedaço do seu “ponto” evocando forças para permanecer em plasma para fazer o que ela mesma gostava muito, que naturalmente era uma feijoada. Pôs os temperos para o feijão cozido andando de um lado para o outro e tudo chiou no óleo com cebola e alho na panela de barro em fogo brando – fogo controlado com puxadas na lenha e assopros na brasa para subirem estrelinhas fogosas na fumaça da noite de paz dos espíritos brandos, cansados dos açoites e que ali estavam para um descanso, numa espécie de concessão e comemoração. Só pude entender tudo aquilo melhor, muito tempo depois. Só alguns anos depois!
Enquanto o feijão refogava as partes iam sendo dessalgadas em várias fervuras, onde pés, joelhos, orelhas e rabos para serem por fim despejadas no feijão junto com o paio e a carne seca. O arroz ia também, branquinho, cozinhando ao lado da beleza da panela de barro e o balanço de uma senhora muito antiga que ora olhava a panela levantando a tampa e ora preparava a couve tirada do canteiro para cortá-la fininha como convém. As laranjas eram descascadas e abertas e, a mesa aos poucos ia sendo arrumada enquanto corriam as horas. De vez em quando ela bebericava sua pinga e parava para ascender e baforar seu cachimbo num certo prazer distante, pessoal e inatingível. Seu olhar era misterioso e sua fala, sempre séria e dirigida.
A feijoada ai se formando e o tempo passando. Quando olhei as horas, já passavam das três da manhã, uma manhã diferente onde a mesa estava posta com uma feijoada mais do que completa. E a lua? A lua estava cheia no ocaso, prateada e o céu, parecia aprovar àquela festa, pequena festa para homenagear uma amiga da gente, uma amiga que nos ronda e protege juntamente com toda uma falange de amigos que não nos abandonam. 
A mesa finalmente ficou assim encarreirada: Toalha branca de rendas / Coca Cola bem gelada / arroz / banana da terra cozida / panela de barro com a feijoada / couve refogada / laranja em gomos / nossa pimenta deliciosa / farofa na manteiga / a cachaça e o limão. Posso dizer que jamais terei o prazer de saborear algo tão bonito e apetitoso quanto aquela feijoada no quase raiar de um novo dia. 

Esta comemoração encerrou um período em nossas vidas que começou a partir do dia em que eu e a minha mulher nos encontramos na vida, que foi num período turbulento em que nós dois bebíamos muito e andávamos perdidos, cada qual por seu motivo. Aos poucos fomos reencontrando o chão para pisar e a vida foi voltando e, isto se deu pela concessão do tempo, de um ciclo, onde um perdão foi concedido e de novo pudemos caminhar na estrada – lado a lado – conforme fazemos até hoje na graça de Deus. Hoje entendo muito bem o que se passou e o porquê de tudo e até mesmo o desenrolar de todo o processo; Só não posso explicar mais porque isto exige uma autorização que não disponho.  O que realmente importa é enxergar a vida, sua nuance, seu momento, sua beleza e... Chegar até aqui com meus encontros e reencontros incríveis neste mundo perverso e belo de um aprendizado muito curto, intensivo e necessário para alguma coisa além... Além da vida!

sábado, 19 de outubro de 2013

Não devemos chorar!




Não devemos chorar!  A sorte dos simples mortais, ou seja, a sorte de quase todo mundo, nunca vem completa. A sorte sempre vem com defeitos, faltando alguma coisa, ou mesmo, muitas coisas e por esta razão é que não devemos chorar. Devemos é aproveitar o que a sorte nos deu e nos enroscar o máximo possível nos prazeres de uma sorte, sem desejar sorte a mais, sorte além daquela que nos chegou.  Penso assim!
É desconcertante ouvir a tristeza andando por escadas do passado, quando o presente nos deu um presente, um determinado reencontro, onde pudemos nos sentir de algum modo depois de tão longo tempo, um tempo novo, que me promete  poder saber de você, de sua saúde, seu humor, na velocidade da luz. Não posso querer mais!
Nosso tempo não acabou, ao contrário, começou de novo e devemos interpretar assim. No futuro, estaremos sempre melhores e mais intensos de algum modo. No futuro, nossas iluminações estarão em bom lugar e precisamos acreditar nisto, para dar sentido à vida, dar sentido ao plano de nossa atual vida.
Fui duas vezes ‘compromissado’ com alguém e uma vez fui até casado e todas as uniões foram desastrosas e fora de mim, da minha alma. O que é fora de mim? Fora de alguém? O que não se afina pelo mesmo diapasão?  A alma!!! A alma não responde como o desejo humano, não entende a necessidade de estar acompanhado, de se vestir e andar por lugares insalubres, lugares estranhos. A alma quer a empatia, quer a outra alma, a gêmea... Alma gêmea e, não aceita outra, principalmente quando ela, a alma, já esteve um dia com a sua alma gêmea e qualquer tentativa de mudança, do endereço da alma é um desastre.
A alma, por outro lado, outra visão, espera e, espera se for preciso por outra eternidade, como nos filmes de ficção onde as almas se perdem no tempo. Nossa alma é rebelde e não se ajusta ao corpo e a mente enfeitiçada pelo domínio dos meios. Diria que a alma precisa do talento, da harmonia, de tudo o que corresponda ao seu estado evolutivo e por isso, tantos desastres na humanidade. Nenhum psicólogo pode acalentar uma alma em conflito, que não esteja aceitando o corpo, a mente que veste àquela alma.

Não somos o que vestimos, apenas, a maioria de nós não entende que temos algo mais para agradar e compor. Somos mais, muito mais a nossa própria alma do que o nosso resto visível e estranho, tão estranho quanto sou eu refletido num espelho qualquer.    

sábado, 21 de setembro de 2013

R EGO ADA


EGO                                                                           Dói muito e não há como anestesiar e quando menos se espera lá vem de novo  para ser remendado. Analista é paliativo, uma espécie de colchão para amortecer a queda. Ego é uma parte do cérebro onde se abafa o caso, lugar onde se dá um boi pra não entrar na briga e por esta razão tanta necessidade de se costurar. Não é uma dor convencional como a de barriga, é outra, ensurdecedora  que motiva nossos mais sombrios instintos e o trabalho é  tentar doma-lo. Não há meios de se contornar, apenas ele invade como um diabinho nossa praia e a tempestade está armada  e uma espécie de embaralhar vai se impondo para resgatar a razão. O ego não se convence de nada menos, não aceita a famosa massagem,  borbulha como a boca de um vulcão  e seu poder é o de definir a razão com absoluta precisão e caso não se resolva amplamente à contenda, ele não abandona seu posto de promotoria. O que se faz muito é ocultá-lo, mas o resultado pode ser catastrófico  rondando como  uma sombra negra àquele que se atreve a desafia-lo. Todos nós o desafiamos e o resultado, como havia dito é desastroso e menos mal quando apesar de tantos processos arquivados sem solução um se resolve, como se desembaralhasse de repente, permitindo-nos prosseguir. Ego é  uma espécie de termômetro emocional, um sensor atento de nosso equilíbrio, uma janela entre o espírito e o cérebro, o que é  inaceitável para uns e para outros nem tanto. 22.09.13    

domingo, 8 de setembro de 2013

Ando sem Graça



Ando sem graça
Ando sem graça, sem espírito, que tratei de espantar pra lá, porque eu não consigo conciliar ‘digo eu  porque quando sai o espírito, que foi pra lá, suponho que ainda  fique alguma coisa... Que me deixa com os movimentos e o cérebro enjoado’. Voltando,... Não consigo conciliar meu dia a dia medíocre com as coisas boas do tal espírito, que foi pra lá,  que sonhava e se embebedava  no You Tube ouvindo músicas, curtindo receitas, brincando com a bolinha (nossa cachorrinha) que por sua vez me procura esperando pelo meu bom humor, o humor dos que estão vivendo sem problemas maiores. Bolinha quase sempre está de bom humor, balançando o rabo e latindo alegre o que não é o meu caso.
Sem graça e sem humor, preciso me adaptar ao insucesso de certos movimentos feitos ao longo de bom tempo, onde nem tudo é insucesso, mas, coisas de um sucesso menor do que o esperado.

Repare que não preciso de muito para estar de bem com a vida, porém, preciso muito de sossego, de boa gestão do que faço pra viver e, não tenho mais a força, não tenho mais o poder e, até mesmo ando sem inspiração para fazer nada. Sem o espírito nada vai bem. Tudo foge enquanto tento cercar como quem cerca galinhas que nos dão ‘baile’ – passam até por debaixo das nossas pernas. É assim que me sinto hoje em dia, perseguindo o que ficou muito mais distante. Por esta razão estou pensando em me candidatar para uma viagem que é não menos que uma viagem ao planeta Marte. Em Marte, pelo menos, me separarei deste vínculo absurdo com a hipótese Gaia, esta preocupação com o que vai ser ou deixar de ser. Em Marte morrerei como uma espécie de herói anônimo na verdadeira terra do nunca, numa cúpula de plástico habitável naquelas condições de severas adversidades e, não terei saudades desta terra, sua aurora e seu ocaso diário que se tornou  inútil e sem fundamento.  Em Marte estarei entretido com o programa absolutamente controlado pela NASA, programa rígido de sobrevivência, onde uns dependerão dos outros de modo vital. Isto transformará minha vida medíocre em vida necessária, diferente do desnecessário sujeito que sou agora. De agora em diante, se quiser falar comigo, ligue pra Marte e, por favor, não conte vantagens da terra. Não diga nada sobre a terra. A terra pode ser muito boa para uns e uma merda para outros – Minha terra onde canta a Sabiá – Ora! Faça-me o favor.                                                                            

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Reencontro



Hoje por uma lembrança e uma ligação telefônica fiquei suspenso.

Tenho insistido pela vida afora que a felicidade não existe. Existem momentos de felicidade e eles, tais momentos, são insustentáveis. Fica-se suspenso e isto, concluí melhor, a partir da leitura de um livro há bastante tempo. “A Insustentável Leveza do Ser”. Autor - Milan Kundera.

No outro lado da linha, um amigo dos tempos do exército, no RJ; um amigo de grandes afinidades na época e, que continua a mesma pessoa, assim como eu, que também mantenho o mesmo DNA. Uns mais outros menos, tenho amigos que vêm aqui em casa pelo menos uma vez por ano e todos (são 3) mantêm também os mesmos princípios. Uns mais outros menos, mas na média, são os mesmos. Isto me dá a medida da vida, da dose, da intensidade, da insanidade que paira do lado de fora e, mais, muito mais intensidade enquanto estamos reunidos. Nestes momentos a vida retrocede ao ponto em que paramos, com direito a respirar a vida real, mergulhando de volta ao passado. Engraçado para quem não está dentro. A máquina do tempo manifesta-se nestas ocasiões e só precisa ser inventada.

Poderia citar inúmeros episódios ocorridos e um deles, foi quando me encontrei, (como era de costume naqueles dias, da minha separação de mulher com quem vivera 15 longos anos e a dor... De corno que doía pra cacete) Bem, encontrei meu amigo e protetor no bar de costume para mais um dia de lamentação e sustentação da vida, quando eu lhe dei a notícia: __ Ela vai se casar. Ele então: __Nem te convidou? Minha vontade foi de esmurrá-lo, antes de começar a rir, misturado com a vontade de chorar. Foram dias em ele simplesmente ficava ali sabendo que não podia me largar, sabendo que eu estava à beira do abismo. Naqueles dias não tinha outra solução e ele sabia disto. O jeito era me acompanhar. Existe uma diferença dele para os outros dois. É que os outros não me suportariam. 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Cultura absolutamente inútil


O mundo conforme entendem as especialidades em cada campo do saber está colocando em questão o próprio saber, as convicções do saber... Da cultura como um todo. Próximo,  temos um governo do tipo que despreza a cultura, transformando-a em elitismo, um elitismo às avessas. Tal governo nasceu em Garanhuns e chegou faltando um dedo, mas não precisou dele para nada além de mostrar a falta dele, em momentos absolutamente oportunos. Quem nasceu em Garanhuns não foi o fundador da coisa toda, foi o seu piloto, seu mago, seu algoz.

Enquanto o mundo é informado pela NASA que irá aquecer sistematicamente a contar de 2011 para frente, cresce paralelamente o descaso do homem pelo homem, numa espécie de autoflagelação social compulsiva, em busca, provavelmente, de uma resposta e a resposta, não resiste à menor investigação. Ela está na atitude de cada um de nós, maravilhados e assombrados diante de tanta tecnologia e sincretismo. Por isto, àquela ansiedade permanente pensando no que iremos comer hoje diante de um cardápio tão vasto.

O saber tornou-se uma exceção e não importa mais. Não é ferramenta na movimentação do imediato. Não é transformador da força de trabalho em espécie, necessário para pagamento de prestações atreladas ao mutismo esperto, de quem não vê e não ouve. Se for preciso de um proxeneta, um estafeta, um pau mandado, aqueles que detêm o poder, podem de imediato ter um, mais que um, ter tantos quantos quiser. Já o saber, envolve uma promessa, uma correlação ligada ao passado, muito mais do que ao futuro e demanda tempo, paciência, pesquisa não direcionada, mas, pesquisa aleatória, ampla, fundamentos eruditos e consciência de que tudo isto não irá representar nenhum glamour. Estudo não é como a bunda bonita exposta numa mídia evasiva, totalmente ingrata e de apenas índices. Com a bunda, porém, pode-se tentar vender a um grupo maior, muito maior, dependendo da bunda, a ideia de que ela não fede como as outras, por estar sendo convidada no Faustão, no Ratinho e mais outros.

O saber não desdenha o futuro, muito pelo contrário, porém, é duvidoso o futuro, muito duvidoso e nossas propriedades estão em Xeque, um Xeque que pode ser Xeque mate e por isso, pode ser que tenhamos perdido o jogo. O saber leva a uma consciência maior dessa e de outras possibilidades funestas o que não deixa de ser ridículo, morrer de cataclismos por comer hambúrguer, enxergar isto mais profundamente. Melhor viver inconsciente. Melhor ser proxeneta se for preciso. Melhor traduzir a violência dos termos na base de toda ignorância.  Melhor aproveitar o carro financiado enquanto existe tudo isto. Melhor torcer e torcer-se pelo Coríntias, tão bem contabilizado pelo esperto presidente dos alienados, dos mão de obra meia boca, como diz um conhecido meu.

      Falando em cataclismo, a busca incessante pelo poder, fez ontem a presidenta Dilm’s vir à televisão dizer que a conta de luz baixou 18% para a população em geral e para a indústria, algo em torno de 32%. Por ai! Ora, claro que o brasileiro gostou de ver finalmente um preço baixar em vez de subir, como tem subido sistematicamente, mas, o preço futuro dessa manobra eleitoreira somente se irá saber dentro de algum tempo e, todo apagão daqui pra frente, será uma espécie de bem vindo, bem aos moldes de uma vingança forjada contra uma direita que já deve estar desistindo de ser direita, ou seja, lá mais o que for. O atual governo do Brasil caminha atualmente na direção dos governos que atuam no cone sul.  O governo centralizado da Venezuela, que é um dos mais importantes deles, acabou inspirando o Brasil e daqui pra frente se pode esperar a retomada de uma ditadura com pinceladas democráticas. Não se pode explicar isto, apenas poderemos sentir nos atos autoritários da ex guerrilheira que deverão chegar na forma de medidas provisórias há não mais poder. Estamos entrando, marque-se essa data, oficiosamente numa nova ditadura.
Sobre o cataclismo, acontece que a temperatura da terra não para mais de subir sistematicamente e vem o Brasil e todos os outros países também, falar em aceleração do crescimento quando a realidade gritante, aponta para outro lado, que sinceramente nem interessa muito saber, já que as manobras governistas do planeta apenas enxergam as manutenções dos próprios poderes.