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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Reflexões



Reflexões
Para compreender é preciso estar dentro dessa cortina do passado, onde a brisa faz balançar o  fino, o mais fino véu sobre a  imagem quase invisível de um amor perpetuado, único, impossível e perdido para esta vida banal de scripts e Logus pontuados. É algo mais; É transversal aos sentidos humanos inabilitados, considerando que inabilitados são os que desprezam a simplicidade de amar, de amar um cão ou um ser humano ou um livro, um objeto. Ter amor pelo amor; Estar preparado para eternizar alguma coisa, transformar a visão de algo numa visão de amor e guardá-la para sempre.
O véu formado pela brisa no hotel era real. Fiquei, de repente, estático observando aqueles movimentos na janela onde o véu delicado de um finíssimo tecido sobreposto na cortina,  desenhava  suspenso a cada golfada da brisa suave, bojos muito delicados e que se demoravam suspensos, para se desmanchar e se encher de novo, enquanto uma música suave tocava ao longe. A música, tratava de me sintonizar mais e mais  com o momento, com a cor da janela, a cor do meu pensar, a cor do tempo. Foi possível dar cor a tudo àquilo porque imaginar pode nos levar a quase tudo, dependendo apenas da abertura, da passagem para o mundo dos encantos, mundo dos encontros.      

3 comentários:

  1. Parece cena de filme, a gente imagina tudo direitinho... Eu nunca entendi por que êh que minha foto sumiu ali da turma dos seguidores... Feliz ano-novo pra todos!!!!!

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    1. Eu também nunca entendi Fernanda. Logo a foto tão querida e importante para mim. Paz é o que desejo também pra você e os seus.

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  2. Na sua reflexão percebemos importância de se estar em paz... A paz que nos permite parar e observar a beleza de coisas simples... me lembrei do exemplo da folha dado por ti na nossa ultima e agradável conversa.

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