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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Observatório de Arecibo




Uma relação viável entre o futuro e o presente vai tomando forma no meu pensamento. No passado éramos inúteis aspirantes ao conhecimento. Inúteis porque não tínhamos as combinações necessárias para frequentarmos à ‘imaginação do futuro’. Hoje estamos sobrevivendo aos vírus de plantão e vamos caminhando para uma graduação na escala cósmica, vivendo mais e observando o universo através dos novos olhos, com mais imaginação e... Vai surgindo ai, no ‘meu modo de pensar’, uma nova possibilidade.

A minha ideia veio de um vídeo sobre a antena de Arecibo, a antena que ‘recebeu’ uma resposta inteligente do espaço, dando asas a imaginação,... A minha imaginação!!!

No meu modo de pensar uma grande nave espacial, do tipo que pairou sobre Nova Iorque no filme    - Independence Day  - poderia ser comparada a um imenso shopping de nossas cidades. Um shopping muito maior que acomodasse muito mais gente e com as características de um shopping, onde a segurança, comodidade e racionalidade fossem pontos fundamentais de existência do empreendimento. Nestas condições, a nave bisbilhoteira do filme, não seria nada além de uma cidade espacial livre e solta no espaço, com poderes de viagens infinitas, que necessitassem apenas de abordar planetas aqui e ali em busca de certos reabastecimentos. Os seus tripulantes, ‘habitantes?’ – não pertenceriam mais a nenhum planeta, não teriam pátria, essa coisa de povos melhores ou piores com suas respectivas bandeiras, que infelizmente é um modo de pensar que  existe na terra. Seriam seres nascidos para viverem numa experiência diferente de tudo que tenhamos imaginado até aqui. Ocorreu-me que os habitantes do ‘espaço’ resolvessem capturar, por exemplo,  as novelas da Globo. Entretenimento muito chato que as pessoas assistem para passar o tempo. Filmes para fazerem dormir e... Vai por ai. Tudo pronto para eles, restando apenas capturar e usar. Enquanto isto o povo da terra se destrói em função de fazer a novela da própria existência.  

A resposta vinda do espaço para a antena de Arecibo definiu no mesmo código binário (em resposta), a todas as questões  enviadas pelo homem e, sobre a localização do planeta de origem a resposta foi alguma coisa que me pareceu evasiva, pois o palestrante – Pedro de Campos -       que explicou o possível, talvez tenha  interpretado  de outro modo o que eu interpretei.

Tais naves, chamadas pelos ufólogos de “naves mãe”, por serem imensas, seriam cidades independentes, vivendo seus habitantes, uma vida muito mais livre – longe das ameaças que nós vivemos na terra, onde ‘beduínos’ aborrecidos aparecem com bombas amarradas ao corpo, ou asteroides preconizados queiram nos derreter. Tais naves não dependeriam de órbitas regulares, não teriam paradeiro. Seriam viajantes despreocupados no espaço, com capacidade de se defenderem, mudando suas rotas com rapidez e eficiência. Não estariam sujeitos a Tsunamis, terremotos, fendas, ataques atômicos, governos corruptos e corruptores. Apenas viajando de um lado para o outro e, claro, com funções pessoais trabalhando nas ‘cidades’, dando manutenção a tal escolha de vida. Tudo isto, é claro, não está ao nosso alcance, mas, já esteve mais distante. 
Nossa doce terra não tem mais o que oferecer e o futuro está em jogo, dependendo desse novo homem, capaz de criar um determinado futuro antes que ele desapareça.


Nesse momento tenho a impressão que matei uma charada.     

domingo, 19 de outubro de 2014

Nada será feito







O preço da nossa omissão pode ser alto, muito alto e às vezes impagável. Desde menino tenho convivido com o conhecimento das cheias dos rios em Aimorés e de Baixo Guandu e, assim como eu, todo brasileiro que vive no Brasil, conhece o sobressalto de um céu nublado.
Muitos de nós vivemos em lugares mais altos, num segundo andar ou mais, mas, todos têm um parente, um amigo, um conhecido, um desconhecido, um serviçal que vive numa casa em local de risco... Às vezes em encosta, às vezes em beira de rios.
Essa é uma de nossas grandes realidades. Outras realidades como desmandos na política, roubalheira e violência que se estende a saúde pública, também são conhecidas e, passado o roubo, a morte, a tempestade, tudo volta imediatamente para o futebol, balada, diversão e Face book.
Nada no Brasil se faz de base, de sustentável e, muito menos, honestamente. Onde houver uma obra do governo, tem propina no meio e quando o governo aparece, como a presidenta (como se define Dilma) é na intenção de angariar votos para 2014 e diante das críticas dos que sacaram a jogada (fácil), faz o seguinte comentário: Duvido que algum outro presidente tenha visitado o Espírito Santo na véspera de natal. Ora ora! Visitar alagamento de helicóptero é para presidente americano e no caso, a visita é para resolver o problema. A ridícula Dilma ainda aparece na mídia vestida com salva vidas, como se sua vida já não estivesse absolutamente a salvo, no alto de seu poder, juntamente com suas mentiras e artimanhas. Quanto a resolver alguma coisa é absolutamente fora de propósito e dentro de uma semana, quando os escombros já estiverem secando, não se fala mais nisto, como foram os casos de Friburgo e Teresópolis, também o caso de Santa Catarina.
Nós, os simples mortais, deveríamos ter providenciado de algum modo nestes últimos 50 anos, um afastamento das cidades das chamadas áreas de risco e, não ficar esperando pelo governo da bolsa família e outros.

Penso em povos dos países nórdicos cujas bases são absolutamente sólidas, quanto pode ser sólida uma base humana e minha boca se cala. Se fôssemos (brasileiros) postos lá naquela região hoje... De repente, da noite para o dia, tudo desmoronaria e isso é o que somos. O Brasil ainda não nasceu para a realidade que a terra ocupa nesse exato momento no universo.    

terça-feira, 30 de setembro de 2014

AUTOR; EDER MANOEL REZENDE

PERSPECTIVA (01)

BRASIL possível.

O mundo de prioridades e conquistas tecnológicas conseguiu superar a simplicidade que a vida exige para prover a curta passagem dos que o habitam e, por conseguinte, a maioria de nós, de alguma forma foi, por imposição sistemática, adaptada a uma existência individualista e egoísta, além de forçadamente concorrente, sucumbindo à hipocrisia regada de vaidades faraônicas.
Talvez, para melhor, o primeiro passo fosse o de admitir a desconexão quase que total entre pessoas e natureza.   
No que tange às conquistas materiais individuais, alguém consegue morar em duas casas ou dirigir dois carros simultaneamente?
Não se trata de discurso socialista ou comunista, apenas vislumbra-se que para uma pessoa só basta uma unidade de cada coisa. Isso considerando o aproveitamento e a utilidade em face da longevidade.
Para tal o desigual precisa se aproximar do igual e seria incondicional um grande debate aparador das arestas sociais existentes e a diversidade de opiniões deveria convergir para um aceite inteligente e majoritário.
Quanto ao cotidiano, diversas são as feridas. Um exemplo são as formas de preconceito. Nossa própria língua admite alguns conceitos incutidos até em texto de leis que simbolizam o nosso atraso. Vive-se a inveja, a intolerância, o racismo, a violência dos revoltos, o privilégio e a prioridade de alguns, tratam a descendência como importante, valoriza-se o homem urbano em detrimento do rural, utiliza-se comumente expressões absurdas, compara-se e julga-se subjetivamente.
Evidente que não é o mundo ideal. Sem utopia, o ESTADO deveria cuidar, além da saúde, segurança e educação, das crianças e dos velhos e prover com tudo aqueles em condições de trabalho que são os jovens ávidos por conhecimento e pela utilidade. 
É notório que esse ESTADO atual não é incentivador do avanço nas suas diversas formas e muito menos provedor daquilo que seria sua obrigação. Apenas é burocrático, fiscalizador duvidoso, arrecadador feroz, amedrontador, inibidor do empreendedorismo, fomentador do medo, algoz do povo e, nos bastidores, incentivador da ilegalidade e da corrupção.  
Trata-se de modelo falido que tem que ser reinventado e para tal teria de suportar as múltiplas mudanças imprescindíveis para cumprir seu principal objetivo que é o de prover a felicidade da população. O País, no todo, tem que valorizar sua riqueza natural, dividir, e o povo deve, também, crescer espiritualmente, crer na supremacia criadora, disseminar a não violência e abraçar a tolerância, ler mais, estudar e criar mais, abandonar a preguiça, dormir menos e ser patriota para merecer seu quinhão e, por conseguinte, conhecer e usar sua força.
Possível, quem sabe, é a oportunidade de uma nova CONSTITUIÇÃO, que se vislumbra democrática e sucinta, que sustente a ordem impondo ao governo e governante o reconhecimento da subordinação ao povo e a obrigação de prover o básico, cuidar de nossa defesa, dar independência aos Estados Federados, prestar contas da arrecadação e de sua destinação, facilitando a fiscalização que, de alguma forma, deveria ser, quanto aos membros, também, eletiva e, por conseguinte, independente. Nunca como o atual Ministério Público que não funciona face à sabida subordinação.
Para a nova Carta seria necessária uma formação de elaboração justa, com gente honesta, competente e que represente todos os seguimentos da sociedade pensante.
Pensar um modelo diferente do atual no que tange a formação dos membros do Poder Judiciário que, se eletivo na cúpula, poderia amenizar e afastar de vez privilégios e nepotismos ainda vivos por aí e trabalhar por tribunais céleres que cumpram seu objetivo que é o de intervir quando provocado para distribuir a justiça.
Quanto ao Legislativo, apenas a exigência de ficha limpa para concorrer a cargos representativos é pouco. É preciso pensar novos critérios para a eleição de deputados e senadores, afinal eles são procuradores de mais de duzentos milhões de pessoas que urgem por modificações fundamentais na legislação vigente. Daí não basta ser brasileiro e alfabetizado. Deveria ser exigido no mínimo um mestrado ou doutorado e isso não é discriminação, trata-se de requisito básico para um legislador.
Em resumo o que se propõe é a manutenção do modelo tripartite de Montesquieu, porém adaptado à realidade que exige não um compromisso, mas um juramento de fidelidade dos escolhidos para representar os donos do País, o seu Povo.
Deveras complexo será dar vida a uma teoria num País disputado por pretensos líderes executivos com suas promessas utópicas.
Continuamos não sendo sérios, mas seremos num dia próximo. 
A coluna continua, eis que tudo está muito resumido e os temas aí abordados servem apenas como base para um debate sobre uma PERSPECTIVA.

Éder Rezende – set/2014. 

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Nuances


No quarto, uma sombra e uma cortina e, uma tarde morna, oscilante onde os pensamentos nus evaporavam e ressurgiam num vai e vem desorganizado. Pensei em nós, pensei no tempo, pensei nos dias quentes e na minha pele indiferente ao calor, uma pele coberta de certa química, exalando amor a toda prova, prova que nada ousava contestar ou mesmo entender. Não há o que entender no estado de amor, do amor puro, em natura, feito de uma alma para outra alma. Não havia promessa, não havia compromisso, não havia nada... bastava-se por si, pelo encontro, pela troca de apenas um olhar e nada mais, suficiente para a vida toda, tão forte, digno e sólido, como desnecessário foi estar presente.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Somos assim


Estou tentando voltar a escrever e não consigo. Não sei por que, de repente, fiquei atolado  sem conseguir desenvolver mais nada e o melhor a fazer é escrever sobre isto mesmo tentando, enfim, recolocar os vagões nos trilhos. A vida é grande e somos como um trem – trens de ferro como chamavam lá em Guandu. O bom Baixo Guandu onde minha vida começou e foi se desenvolvendo e o grande lance da vida é a gente crescer... Fazer crescer uma ‘técnica particular’, adaptando fatos e observações diárias para finalmente dar forma a uma personalidade – que no meu caso veio de uma convivência forte – de uma família forte e cheia de aventuras – como num filme, cujo diretor no fim das contas sou eu mesmo, pois estou tratando do filme da minha vida. Assim também é com você e por essa razão é que nos olhamos, nos vimos, com interesse, um pelo outro.
A estrutura das edificações do seu pai e as do meu avô, naturalmente fizeram parte da  nossa formação e principalmente, mais do que qualquer edificação, a cultura – o sistema familiar com seus acertos e defeitos, fizeram de nós o que somos hoje, guardando fiéis, valores que nos pertencem e que passamos a todos os que se aproximam.  
É isto: Somos assim e seremos assim para sempre.


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O Papa Francisco






O Papa Francisco é um ser que acalma a humanidade através da sua simplicidade, seu conhecimento espiritual e seu semblante humilde. Sua vida é muito importante para nós humanos de todas as nações e te desejamos o que há de vos desejar o próprio DEUS em Sua eterna sabedoria neste mundo de aprendizado e expiação.  

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Minha praia é aqui

Um dia cheguei a Meaípe e olhei o mar, a enseada, o bar do Hélio e tomei um porre, um porre que se estendeu pelo amanhecer tendo ao fundo, o partir de um navio. Não, naaão dá pra esquecer a delícia daquele amanhecer lúdico, o estado etílico abrandado pelos raios, os primeiros de uma manhã como jamais haverá outra. Hoje já não bebo mais e me transformei numa espécie de guardião, de mim mesmo e também dessa praia maravilhosa. Eu e ela temos um acordo - de paz. Ela não me encanta de matar e, eu tomo conta de sua beira, o que faço de muito bom grado, pois afinal, encontrei a minha praia. 

sábado, 9 de agosto de 2014

A mão de DEUS

À mão de DEUS é em quem confio a minha passagem pela ponte sobre o precipício que espreita a minha caminhada por essa vida nesse momento, mais precisamente no dia 29 deste mês de janeiro de 2014. Nesse dia estarei precisando segurar muito forte a sua mão meu PAI; Muito mais por saber o quanto não fui bom filho, que errei, tropecei, me ergui, perdi e venci, mas que nunca O tenha perdido de vista.
Sua mão o Senhor já até me mostrou uma noite inteira, que eu via enquanto acordado, dormitando e sonhando. Nesta noite Sua mão estava espalmada embaixo do avião que atravessava o Atlântico, num voo da Air France que conduzia uma passageira muito especial que era a minha filha e nesta noite o Senhor me fez sentir o outro sentido de ser pai, amar seu filho. Nesta confraternização única, meu espírito passeou, pôde ver Sua mão, o avião e entender mais uma vez porque uma folha tem o sopro da vida, a eternidade e outras moradas em que viveremos e acrescentaremos infinitamente, como parte de uma criação que precisamos valorizar e lapidar ao máximo em cada uma de nossas existências de grandes desbastes.
Minha alma está em paz porque vivo momentos de perdão. Pedindo perdão para ser perdoado  como eu tenho perdoado os que me têm ofendido. Na minha vida humana isto é absolutamente inédito e eu estou me sentindo cada vez melhor por isto porque nada é tão  importante como a pessoa se despojar do rancor e do ódio.

Um tempo se passou e rogo a DEUS que continue a querer a minha salvação e salvação do nosso mundo tão conturbado onde estamos vivendo algo muito sinistro e, as pessoas se afastando da crença em DEUS. Pior para nós! Pior será o mundo barbarizado, o mundo que está negando a DEUS. O mundo que preferiu não seguir os preceitos fundamentais da PALAVRA e agora, de posse do seu resultado, renegando a DEUS, enquanto ELE, que nos deu tudo, desde o universo e todas as condições para vivermos e desenvolvermos o amor... Observa-nos e, Imutável, penso eu, repatriará àqueles bons... Samaritanos. A Glória de DEUS é fantástica e eu simplesmente, em minhas espiras de elevação, já pude pressentir, vislumbrar e... Ficar arrepiado, o que é muito pouco, por sentir. Não pensem que me sinto escolhido por isto, apenas, digo que oportunamente pude sentir e não serei hipócrita para não enfrentar a desconfiança que gira ao meu redor e ao redor de quem mais sentiu a verdade da LUZ.

A todos eu desejo a PAZ e o AMOR, como solução ditada por ninguém menos que ELE... DEUS.

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Sopro da vida






Sopro da vida

Minha vida pertence a mim, foi permitida por DEUS e está sendo uma honra viver sob Sua proteção. Proteção que muitos entendem mal, interpretam mal, julgam mal, usam mal e se dão mal por acreditar que o sopro da vida é uma coisa qualquer, vinda do nada, de chocadeira, derradeira, uma besteira posta por empilhadeira de qualquer maneira, sem beira, sem eira.
Estou pensando serenamente em ir a uma missa, sereno, na casa do PAI, para visitá-lo e glorificá-lo e pedir perdão, por mim e... Por você.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Seu pai


 

 
Encontramos-nos pela primeira vez, depois do sinistro, num enterro e por um momento achei que tudo não tinha passado de um sonho e, que de repente a vida seguia igual. Eu olhava para o seu rosto com uma intimidade tão completa, quanto era completa nossa cerimônia um com o outro, porém, àquele rosto era apenas o rosto do cemitério, do  seu filho e o tempo passara sim  e,  o sinistro na minha vida, foi a perda da minha referência, do amigo, do consultor, do artista, do mestre que chamava seu irmão Roberto, carinhosamente, de ‘piolho’. Sobre mim, ele dizia que eu “não cheirava nem fedia”. Tinha ora em que era assim, bem filho da puta, só tratando com a verdade, porque hoje, o que acho de mim mesmo é exatamente isto.  Uma das coisas belas que guardo encaixado na memória foi uma noite, uma madrugada, em que ele dedilhava o piano na antessala envidraçada da casa de seu pai e nós etéreos pelo álcool falávamos por evasivas, cansados, mas sem vontade de interromper o torpor, à noite e a visão do prateado da lua refletida no mar, que apenas aquela antessala podia proporcionar. Sabíamos por mais do que intuição, que aquele momento jamais se repetiria.     

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Bom colesterol


 


Agora descobriram que o bom colesterol não é tão bom assim. Que se formam em placas que se colam nas artérias (coisa assim) e outro tipo de risco acontece e tal. Eu continuo achando que a boa comida mineira tem o seu valor. Feijão, arroz, angu, couve e uma carninha pouca para dar gosto. O angu é excelente  descontaminador do organismo – limpa as tripas e se alguém duvidar é só lavar as mãos com sabão e fubá misturado. A limpeza é fulminante.

Minhas pesquisas não  laboratoriais, nas ruas perguntando aos mais idosos, concluem que a nossa dieta brasileira é simplesmente maravilhosa e saborosa e absolutamente saudável o quanto pode ser saudável o alimento diário.  O que faz mal de verdade são as contaminações por assédio da TV, Internet, Outdoor, Neons e tudo mais que nos engorda e que nos sugere comer mais e mais.  Sou vítima dessas ofensas ao meu corpo e simplesmente amo Coca Cola e pizza e tudo o que arrebenta minha fraca resistência ao consumo desmedido. Não ter vícios é a única saída e sou fraco, muito fraco para resistir a uma pizza gigante, na promoção de 4 queijos e meia  calabresa.  

sábado, 12 de abril de 2014

Face book

    

Face book

Uma coisa tão dissimuladamente envolvente que eu não percebi o tamanho do mico que vinha pagando nesta sociedade de vanguarda saturada de elogios trocados feito tiros dados para o alto, com balas caindo sutilmente sobre egos imbecilizados... Inclusive o meu.

Minha desculpa perante os seres (que conheço) pensantes do planeta era de que eu mantinha o ‘face’ (para os íntimos) por causa das minhas filhas que de uns tempos pra cá, deram pra apagar uma luzinha verde que fica acesa quando se está online. Quer dizer: Não desejam mais ficar trocando palavras do tipo:  ‘oi/td bem/ta’ - sem uma única preocupação com o vernáculo. A preocupação ali é estar numa certa moda caricata, extensiva a todos os tipos conhecidos de seres humanos. Sejam eles como forem, no ‘face’, pertencem a uma ‘rede social’, como se auto intitula o programa. Gente que vem se formando dentro de uma agenda desse governo que por decreto, exige aprovação anual de todos os estudantes desse país desletrado.

Ninguém, absolutamente ninguém que seja seguidor do ‘face’, lerá esse manifesto por duas razões: Uma porque não será publicado no ‘face’; Outra porque o texto tem mais de três linhas.     

quinta-feira, 20 de março de 2014

EUAxURSS



Como era de se prever a grande indústria bélica americana impôs aos democratas uma situação de possível confronto com ninguém menos de quem é o seu verdadeiro maior adversário na terra. Obama não deixou por menos e, bateu de frente logo com o Putin e a partir de agora seja o que Deus quiser porque o diabo está com as manguinhas de fora, pronto para por fogo no globo terrestre, se for possível.   


quarta-feira, 19 de março de 2014

OVINI?

A Aeronáutica da Tailândia afirmou que seus radares revelaram sinais de uma aeronave não identificada, que mudou de direção várias vezes pouco depois do momento em que o avião da Malaysia Airlines interrompeu o contato com a torre de comando e desapareceu.
    "À meia noite e 28 uma aeronave não identificada voava do sudoeste em direção ao sul do país", afirmou um porta-voz da Aeronáutica tailandesa. O horário é correspondente a rota que se acredita que o Boeing 777 tenha tomado após se desviar da rota que o levaria de Kuala Lumpur, na Malásia, a Pequim, na China.

Quando a gente tem certeza de uma coisa e de repente acontece outra coisa que venha sugerir a possibilidade de que o sumiço de um avião - Boing 777 seja mais do que simplesmente a vontade de uns terroristas pensarem em fazer do avião um míssil carregado com a promessa antiga de explodir uma bomba atômica bem no meio da Wall Street, minha imaginação cresce e aparece. Sou testemunha ocular da presença indiscutível de OVINIs e levo sim em conta, a possibilidade de que o avião da Malásia possa estar em poder de alienígenas para quem sabe, devolverem o aparelho e os passageiros em grande estilo. O mundo está precisando urgentemente de uma sacudida que nos façam ingressar numa segunda fase cerebral, fazendo uma ligação de inteligência maior, onde a tolerância e a paciência tenham mais valor. O mundo precisa disso para não derreter como um sorvete gostoso e urgente pelas próprias causas.     

domingo, 16 de março de 2014

Minhas filhas

Também amo minhas filhas. Amo porque elas me obedeceram e ficaram lindas como eu sempre desejei e também porque sempre viveram livres - libres - como o câmbio flutuante, onde a estabilização da moeda - no caso - estabilização da consciência flutua e vai mostrando equilíbrio diário entre elas e o mundo em que vivemos. É isso!!!!

quinta-feira, 6 de março de 2014

Razões para viver


 
Não faltam razões para viver, continuar assistindo a virada tecnológica ora em andamento por toda a humanidade. Imagine que eu ainda menino lá em Baixo Guandu já imaginava, sentia de algum modo a necessidade de acesso a algum tipo de aparelho que me permitisse comunicação imediata com outras pessoas e, de modo confortável. Coisa que me chamava muito atenção era o telégrafo da estação – código Morse – e de vez em quando eu parava por lá reparando o sisudo homem de frente para o aparelho que era o seu operador, com os barulhinhos característicos.  ‘Coisas de menino curioso’. Meu avô estimulava minha busca pelos caminhos que naquela época se abriam e ele, do alto de sua capacidade intelectual, com certeza visionava um futuro e seus grandes problemas também. Ele era o meu Guru, minha orientação e até mesmo a minha respiração.

Com o passar dos anos o telefone foi o máximo que se conseguiu em termos de comunicação e quando chegou o celular, telefone móvel, tive a nítida sensação que um divisor de águas estava para mudar a vida do homem e mudou. Mais ou menos ao mesmo tempo, chegou a Internet no computador e aquilo me intrigava e fascinava. Tudo era muito caro e estranho, criando expectativas diversas, enquanto eu ainda ficava bebendo pelos bares, estacionado no tempo – já separado da mãe das minhas filhas – enquanto o que eu mais imaginei pela vida, estava acontecendo bem debaixo do meu nariz.

Minhas filhas longe de mim, dificuldades para sobreviver, desânimo, doença crônica de pele, pouquíssima perspectiva e minha visão mórbida de uma realidade política conhecida me  derrubavam, jogavam por terra toda minha vontade, mas, de algum modo em determinado momento comecei a reagir e hoje entendo que o véu que permeia a humanidade e que é muito sutil, que nos escolhe e acolhe é DEUS e que ELE me pôs em suas mãos e me conduziu como voou Aladim em seu tapete mágico, até que pousou – pousei e de um minuto para o outro, deixei a bebida, o álcool nefasto para pisar em outro chão, um chão que eu já nem conhecia mais, que era o chão do mundo real. Um bom tempo depois (muito tarde) deixei o cigarro e assim, caminho hoje, amigo da Internet e descobrindo coisas infinitamente. Isto na verdade começou na minha vida com o Tesouro da Juventude, que era uma coleção de livros comprados pelo meu avô. - O Livro dos Porquês -  era um compêndio dentro da coleção que perguntava e respondia centenas de informações. Sempre imaginei que Bill Gates simplesmente partiu dessa coleção e animação para criar o sistema de busca que ele criou.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Tempo


 Ainda sou do tempo em que viajar para outro país era coisa sem volta, coisa de migração em que a pessoa sozinha era aventureira e se a viagem fosse com a família, seria mais do que aventureira; Seria de risco total conforme fizeram alemães, italianos e japoneses em determinada época para o Brasil. Eles vieram para substituir a mão de obra escrava, que havia sido abolida. As condições daquela gente chegando aqui eram terríveis, sendo alojados  nas mesmas acomodações dos escravos já libertos. Alemães não vieram nessas condições, mas vieram fugindo de um sistema político ‘nazismo’ que se impunha gradativamente na Alemanha, até que por fim – duas guerras mundiais.

Com essa visão de grandes viagens é que passei a minha infância e juventude e até hoje não consigo entender como uma pessoa sai do seu país, desembarca em um aeroporto do outro lado do oceano e... Some numa multidão de desentendidos.

O estigma de uma viagem para outra cultura, onde as normalidades são absolutamente contrárias as de um país como o Brasil, me fariam sentir um estrangeiro, possivelmente, no planeta terra e, não mais um estrangeiro na terra em que nasci, sem falar em outro país, com outra língua e outra educação. Em comum com esses, eu teria a aversão pelo sistema periódico do povo brasileiro e, explico: Brasileiro vive de pedaços; Cuida mal de tudo e ninguém pensa em preservar nada. Nossa política é exatamente o resultado catastrófico da nossa maneira de viver e não podemos mesmo reclamar disto porque em cada um de nós mora um sentimento de aproveitador de rebarbas. Somos assim, brasileiros para brasileiros e por isto mesmo tão desprezado em qualquer outro país civilizado do mundo.

Não sou adepto de viver fora do lugar onde nasci e por mais que admire o sistema organizado de cada país do primeiro mundo, sou daqui, desta terra de ninguém.

Pra mim a senhora Jacy tem razão. Não devemos nos mudar do primeiro ambiente e pronto. Hoje, acredito que minha família nunca devia ter saído de Baixo Guandu, onde de certa forma construiu um patamar, embora todos os problemas que vieram em seguida. Devíamos ter ficado por lá e criado uma força familiar forte e estabelecer uma fonte de renda e, manter a vida e os bens até então adquiridos. Teve uma época em que eu quis até comprar da minha  família, a casa do meu avô, mas desisti e tudo ficou por isso mesmo.

Ao contrário do que possa parecer, fico sendo mais uma vez seu admirador pelo fato de sua coragem de ter se estabelecido nos Estados Unidos enfrentando tudo o que enfrentou e superou. Que foi audacioso foi. Eu não tenho esse espírito, aliás, sou mesmo é muito medroso para encarar grandes mudanças e, por outro lado (veja como são as coisas) – não fui medroso para me embriagar por anos e anos, sabendo do risco, confiando apenas no ‘taco’, como se diz numa gíria. É admirável a tal confiança, mais admirável do que a coragem de uma pessoa que se mudou de Brasil para os States com a ‘cara e a coragem’, porém – se é que me entende – de resultados absolutamente inversos.

Hoje a minha vida, por muita sorte, ainda pode ser considerada até boa tendo em vista tudo o que desprezei e, não reclamo dessa sorte, mas, sei que encurtei “My Way”  -   http://www.youtube.com/watch?v=-vNFbSVlS2I

Apesar das minhas colocações e confissões repito que não devemos chorar nesta vida. Ao contrário, devemos é rir e, aqui em casa procuramos sempre, sempre, ver tudo pelo lado do humor e quando não dá, até olhando pelo humor negro. Sempre humor – bom humor – porque a vida, se você reparar a (vida) do vizinho, ela é gozada e dá mais pra rir do que pra chorar. Portanto, colocando-se na pele do vizinho e de lá olhar a sua própria vida, você vai ver que dá também, mais pra rir do que pra... Chorar.  É issssssssssssso!!!!!

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Nosso Lar



Nosso Lar
Minha vida de atropelos e incertezas onde apesar de tudo posso perceber que ao meu lado, muito perto de mim, milhares caem e eu não sou atingido, acabam por me levar a uma pergunta: Por que passo ileso pela vida enquanto vejo os meus contemporâneos serem derrubados impiedosamente?
As difíceis respostas  a esta e outras perguntas fazem parte de uma lista imensa de dúvidas sem respostas prontas e que me sugerem diversas opções para tentar obter informações. As opções nos levam a pensar nas igrejas, templos destinados a explicar e nos envolver com... Clima de sentimento essencial destinado a nos fazer crer que Deus esteja no comando. Tudo é ministrado, em geral, por pastores (no caso dos evangélicos) que são pessoas do bem. A esses, do bem, toda honra e, aos outros, meu desejo é que superem, se superem e alcancem a paz, a harmonia necessária ao mundo das relações humanas pacificadas.
Entendo por pacificado o homem cuja ira esteja contida, acalmada e sob o poder da paz interior. Um homem capaz, diante do adverso, irradiar paz e compreensão pelo seu semelhante e, submetendo-se por convicção alcançada, ao domínio do plano superior. Este homem, como não diz o Roberto Carlos; Esse cara, ainda não sou eu! Pretendo ser, mas, ainda não sou. Sou apenas mais um atônito diante da capacidade e alcance do mal desta guerra em que vivemos. Sou um aprendiz da vida e uma lição muito importante é saber se despojar de absolutamente tudo nesta vida humana para se chegar, quiçá, numa das cidades espirituais ao nosso redor que... Tão perto e tão longe a depender de nós.    
Desculpe-me! Estou usando a interlocução criada entre nós pelo filme Nosso Lar, para expressar o que tento desvendar a respeito da espiritualidade e seus desdobramentos.
Em nossa casa, temos vivido nos últimos dias, um clima de muita busca e também de encontros  e por isto, espero ajudar  de algum modo, sendo talvez portador do caminho da ponte sobre vazios da vida que precisam ser ultrapassados. Ultrapassar não é preencher, é ultrapassar, sair do outro lado e... Continuar.
Hoje em dia, tenho a plena convicção de que nada é por acaso.
Fiquem em paz e harmonia com a vida e, boa sorte na escolha do novo lar... Um lar bastante para essa nossa vida na terra.