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sábado, 12 de abril de 2014

Face book

    

Face book

Uma coisa tão dissimuladamente envolvente que eu não percebi o tamanho do mico que vinha pagando nesta sociedade de vanguarda saturada de elogios trocados feito tiros dados para o alto, com balas caindo sutilmente sobre egos imbecilizados... Inclusive o meu.

Minha desculpa perante os seres (que conheço) pensantes do planeta era de que eu mantinha o ‘face’ (para os íntimos) por causa das minhas filhas que de uns tempos pra cá, deram pra apagar uma luzinha verde que fica acesa quando se está online. Quer dizer: Não desejam mais ficar trocando palavras do tipo:  ‘oi/td bem/ta’ - sem uma única preocupação com o vernáculo. A preocupação ali é estar numa certa moda caricata, extensiva a todos os tipos conhecidos de seres humanos. Sejam eles como forem, no ‘face’, pertencem a uma ‘rede social’, como se auto intitula o programa. Gente que vem se formando dentro de uma agenda desse governo que por decreto, exige aprovação anual de todos os estudantes desse país desletrado.

Ninguém, absolutamente ninguém que seja seguidor do ‘face’, lerá esse manifesto por duas razões: Uma porque não será publicado no ‘face’; Outra porque o texto tem mais de três linhas.     

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