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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Observatório de Arecibo




Uma relação viável entre o futuro e o presente vai tomando forma no meu pensamento. No passado éramos inúteis aspirantes ao conhecimento. Inúteis porque não tínhamos as combinações necessárias para frequentarmos à ‘imaginação do futuro’. Hoje estamos sobrevivendo aos vírus de plantão e vamos caminhando para uma graduação na escala cósmica, vivendo mais e observando o universo através dos novos olhos, com mais imaginação e... Vai surgindo ai, no ‘meu modo de pensar’, uma nova possibilidade.

A minha ideia veio de um vídeo sobre a antena de Arecibo, a antena que ‘recebeu’ uma resposta inteligente do espaço, dando asas a imaginação,... A minha imaginação!!!

No meu modo de pensar uma grande nave espacial, do tipo que pairou sobre Nova Iorque no filme    - Independence Day  - poderia ser comparada a um imenso shopping de nossas cidades. Um shopping muito maior que acomodasse muito mais gente e com as características de um shopping, onde a segurança, comodidade e racionalidade fossem pontos fundamentais de existência do empreendimento. Nestas condições, a nave bisbilhoteira do filme, não seria nada além de uma cidade espacial livre e solta no espaço, com poderes de viagens infinitas, que necessitassem apenas de abordar planetas aqui e ali em busca de certos reabastecimentos. Os seus tripulantes, ‘habitantes?’ – não pertenceriam mais a nenhum planeta, não teriam pátria, essa coisa de povos melhores ou piores com suas respectivas bandeiras, que infelizmente é um modo de pensar que  existe na terra. Seriam seres nascidos para viverem numa experiência diferente de tudo que tenhamos imaginado até aqui. Ocorreu-me que os habitantes do ‘espaço’ resolvessem capturar, por exemplo,  as novelas da Globo. Entretenimento muito chato que as pessoas assistem para passar o tempo. Filmes para fazerem dormir e... Vai por ai. Tudo pronto para eles, restando apenas capturar e usar. Enquanto isto o povo da terra se destrói em função de fazer a novela da própria existência.  

A resposta vinda do espaço para a antena de Arecibo definiu no mesmo código binário (em resposta), a todas as questões  enviadas pelo homem e, sobre a localização do planeta de origem a resposta foi alguma coisa que me pareceu evasiva, pois o palestrante – Pedro de Campos -       que explicou o possível, talvez tenha  interpretado  de outro modo o que eu interpretei.

Tais naves, chamadas pelos ufólogos de “naves mãe”, por serem imensas, seriam cidades independentes, vivendo seus habitantes, uma vida muito mais livre – longe das ameaças que nós vivemos na terra, onde ‘beduínos’ aborrecidos aparecem com bombas amarradas ao corpo, ou asteroides preconizados queiram nos derreter. Tais naves não dependeriam de órbitas regulares, não teriam paradeiro. Seriam viajantes despreocupados no espaço, com capacidade de se defenderem, mudando suas rotas com rapidez e eficiência. Não estariam sujeitos a Tsunamis, terremotos, fendas, ataques atômicos, governos corruptos e corruptores. Apenas viajando de um lado para o outro e, claro, com funções pessoais trabalhando nas ‘cidades’, dando manutenção a tal escolha de vida. Tudo isto, é claro, não está ao nosso alcance, mas, já esteve mais distante. 
Nossa doce terra não tem mais o que oferecer e o futuro está em jogo, dependendo desse novo homem, capaz de criar um determinado futuro antes que ele desapareça.


Nesse momento tenho a impressão que matei uma charada.     

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