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sexta-feira, 24 de março de 2017

Ossos de certo ofício



Não creio que seja necessário saber quem foi Marisa que agora já morreu. Já morreu e não foi vista depois da morte em mais lugar nenhum, sequer na França... Morreu mesmo e, morreu quando suas forças se esvaíram, morreu para não assistir o desfecho  do filme. Trata-se de uma obra que vai ocupar, sem dúvida, os anais da história. Mas, Marisa foi cúmplice passiva ou quem sabe, entusiasta de um sujeito perigosíssimo, psicopata que errou em suas estimativas, porque foi interceptado pelo juiz e o juízo e daí, virou jararaca. Quem foi Marisa? Marisa ficou no seu patamar bem quieta, com os seus R$20.000,00 de aposentadoria ao mês sem ter nenhum PHD, talvez na certeza do desfecho que pôde antever...  Que  estava lidando com um ser capaz de qualquer coisa, como tem deixado claro em seus despropérios para uma plateia de cotovelos rotos e famintos...  à  caça de rotos benefícios... Qualquer coisa que insistem chamar de ‘mortandela’. O cara não se entrega ao seu próprio ostracismo e acredita mesmo que será ainda presidente outra vez, acredita e faz tudo outra vez, porque no campo das ideias ele não é capaz de ir além de sua demagogia interiorana e está provando isto, inclusive com as mesmas propostas, àquelas que era a favor 'registradas em vídeos e documentos' e que no momento é absolutamente contra, a exemplo da reforma da previdência, O Brasil produz mais do que esse povo exige. O Brasil aceita ser depenado outra vez. O Brasil não é uma Venezuela que vivia das torneiras do petróleo. O Brasil  suporta outro petismo entalado nos túneis da corrupção. O Brasil está de quatro mas não é por falta de produtos e de produção... É porque está de cara a cara com a realidade de coronéis como Renan, com a empáfia de um senado nu, que de pato à ganso está sem nenhum avanço.  

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